Incerteza insegura que aflinge o peito
Paulatinamente, a vulnerabilidade de seu corpo é tomada
O amanha é a tortura do hoje e o aconchego do ontem...
Queria acreditar, chorar, amar
Abraçar um carinho puro
Sentir o vento plácido dominar meus sentimentos
As despedidas que enfrento infinitamente
Cumprimentos desfeitos, pétalas avermelhadas
Fragilidade de momentos
Que sustentam um fundamento sem finalidade
O caráter estampado na foto da identidade
Esquecido pelo tempo corroido
Coercitivo nas cabeças encubadas
Queria aproveitar, sorrir, cantar
Doar doçuras da noite
Gozar nos cálidos braços da Lua
Que movimento impensado
Não há qualquer significado
Pergunto-me se vale a pena existir
Paulatinamente, a vulnerabilidade de seu corpo é tomada
O amanha é a tortura do hoje e o aconchego do ontem...
Queria acreditar, chorar, amar
Abraçar um carinho puro
Sentir o vento plácido dominar meus sentimentos
As despedidas que enfrento infinitamente
Cumprimentos desfeitos, pétalas avermelhadas
Fragilidade de momentos
Que sustentam um fundamento sem finalidade
O caráter estampado na foto da identidade
Esquecido pelo tempo corroido
Coercitivo nas cabeças encubadas
Queria aproveitar, sorrir, cantar
Doar doçuras da noite
Gozar nos cálidos braços da Lua
Que movimento impensado
Não há qualquer significado
Pergunto-me se vale a pena existir
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