Púpilo das almas tristes
Não chores mais pela nostalgia em vão
Paulatinamente, surgirão doces sorrisos
E as rosas do jardim desabrocharão
Por mais que haja pétalas caídas
Teu rubro segue vivo em teu coração
Mas através do olhar soturno
É possível fitar a maldição
Púpilo das almas tristes
O cálice transbordou pelas frágeis pupilas
Todo o valioso vinho se derramou
Porém com isso nasceram novas alegrias
Alegrias que para muitos renderam o pão
Pois o pão nosso de cada dia nos é dado hoje
Graças a uma nostalgia em vão
Pela qual choraste naquele nublado dia
Púpilo das almas tristes
Seu pranto segue em sintonia
Junto às pétalas de minhas mãos
Meu escarlate juntou-se ao vinho e tu conseguiste teu pão.
Não chores mais pela nostalgia em vão
Paulatinamente, surgirão doces sorrisos
E as rosas do jardim desabrocharão
Por mais que haja pétalas caídas
Teu rubro segue vivo em teu coração
Mas através do olhar soturno
É possível fitar a maldição
Púpilo das almas tristes
O cálice transbordou pelas frágeis pupilas
Todo o valioso vinho se derramou
Porém com isso nasceram novas alegrias
Alegrias que para muitos renderam o pão
Pois o pão nosso de cada dia nos é dado hoje
Graças a uma nostalgia em vão
Pela qual choraste naquele nublado dia
Púpilo das almas tristes
Seu pranto segue em sintonia
Junto às pétalas de minhas mãos
Meu escarlate juntou-se ao vinho e tu conseguiste teu pão.
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