Me perco neste céu estrelado
Enquanto meus dedos aos seus entrelaço
Talvez nossos lábios nus sejam o eclipse solar
Quero acompanhar a lua em seu olhar
Me pergunto sobre este mar agitado
Por onde anda meu coração?
Num pranto rubro ele foi afogado...
A ressaca em seus braços irá tragar-me ao desconhecido?
Não temo o escuro de um abraço são
Nem mãos puras explorando um corpo em vão
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