A intrínseca da geração crua
Pejada de olhares soturnos de solidão
Paulatinamente, vi-me num prisma triste
Onde as cores não refratavam, não...
A canção já me dizia, singelamente
O quanto de sofrimento agarrara com as mãos
Pobre coração de menino... Em peito de homem são
O sentimento jamais será vazio
Enquanto aquecer as nostalgias de verão
Por mais que o inverno seja frio
A neve sempre derrete para o florescer da nova estação
O presente sempre será algo sombrio
Que machuca o passado e esconde o futuro da sensação
Inseguro coração de menino... Em peito de homem, não.
Pejada de olhares soturnos de solidão
Paulatinamente, vi-me num prisma triste
Onde as cores não refratavam, não...
A canção já me dizia, singelamente
O quanto de sofrimento agarrara com as mãos
Pobre coração de menino... Em peito de homem são
O sentimento jamais será vazio
Enquanto aquecer as nostalgias de verão
Por mais que o inverno seja frio
A neve sempre derrete para o florescer da nova estação
O presente sempre será algo sombrio
Que machuca o passado e esconde o futuro da sensação
Inseguro coração de menino... Em peito de homem, não.
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