eu tenho medo de imaginar o futuro
e ver-me sozinha de novo
na imensidão de um escuro tão profundo
eu tenho medo de ser rosa, mas não ser flor
de perder o cravo que se apaixonou
de murchar junto aos espinhos
e paulatinamente, o tempo leva embora o meu carinho
em meio aos beijos que voam pelo vento
enquanto eu apodreço sobre o túmulo da solidão.
e ver-me sozinha de novo
na imensidão de um escuro tão profundo
eu tenho medo de ser rosa, mas não ser flor
de perder o cravo que se apaixonou
de murchar junto aos espinhos
e paulatinamente, o tempo leva embora o meu carinho
em meio aos beijos que voam pelo vento
enquanto eu apodreço sobre o túmulo da solidão.
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