Estamos sempre sendo deixados para trás
A sombra se deforma nessas novas formas
Desse velho e novo mundo
Não há mais brilho que nos faça refletir
O mais plácido e belo sorriso
Os suplícios nos afagam, nos apagam
E cá estamos nós a sós, completamente sós
Estamos sempre no meio de algum caminho
Deformados pelas cicatrizes do tempo
Sem sombra, sem cheiro, sem ninho
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