A pena me bate, serena, diante da imensidão
Humanos que abandonam a sua natureza
Pela essência efêmera da carne, do pão
Quanta ignorância, uma pobreza
De alma, de corpo, de chão
A pena me bate, serena, diante desse povão
Que abandonam suas únicas certezas
Pelo veneno do bote, em vão
Quanta ignorância, uma pobreza
De felicidade, de amor, de coração
Humanos que abandonam a sua natureza
Pela essência efêmera da carne, do pão
Quanta ignorância, uma pobreza
De alma, de corpo, de chão
A pena me bate, serena, diante desse povão
Que abandonam suas únicas certezas
Pelo veneno do bote, em vão
Quanta ignorância, uma pobreza
De felicidade, de amor, de coração
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