Suspiro ofegante, eloquente
De estro presente, ausente
Amante, a mente
O eco do prazer longinquo
O ego se esconde, descrente
O palpite do coração
Palpita verdadeiramente?
Paulatinamente, acredito
E, sozinho à noite, sorrio
Saudade de lençois quentes
Todavia, em meio ao vazio
Floresce o medo estridente
Que sussurra em meus ouvidos
Se o sentimento é existente
Ou é apenas amante que mente
Comentários
Postar um comentário