Dor que se esconde nas normalidades da vida
Peito que busca ar, em desespero
Se afoga sozinho, diante dos sentimentos
Que fogem por esses olhos já inchados
Não há mão que se estenda no horizonte
Para salvar esse passado de alegrias
Que se perde em meio as nostalgias
Que já não mais são levadas pelo vento
Dei adeus aos plácidos sorrisos
Que me acalmavam nas tempestades do tempo
Os abraços frígidos já nem mais existem
E não devem mais fazer parte dos pensamentos
Comentários
Postar um comentário