A aprazível sinfonia da chuva
É a serenata dessa noite soturna
A Escuridão esconde olhos perdidos
Que fitaram o longínquo em vão
Não há mais doces ósculos nesse caminho
Paulatinamente, a intrínseca melodia
Perde completamente seu tom
E desafina as cálidas alegrias
Que se afogam em chuva agora fria
Tornando-me uma implícita ignomínia
Tão triste e pálida, personificação da alma
Da morte em vida, que está morta
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