As pétalas que escondem o pranto de meus pulsos
Na verdade a flor é sangue
Seu murchar é a morte dum opróbrio moribundo
Esse romance leva minha alma
Que deseja somente a fuga
Dessa vida frígida e pálida
É suicídio por suplícios profundos
Que se camuflam em palavras cálidas
Sua beleza engana o leitor soturno
Os versos enterram essa carne manchada
De arrebol sem tom, sem perfume
Como uma camélia abandonada
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