Bongar a felicidade é um direito de todos, tenha afinco enquanto a busca, todavia não acoberte seus olhos dos falsos braços plácidos da vida; ser impudico aos sonhos é um dever, acreditar no estro de cada alma é um direito, o mundo lhe dá este assentimento.
As recordações do amanhã deixam os pensamentos pejados de candura, a realidade espelhada a sua frente o empece de crer? Não se exaspere, ter a sabedoria do equilíbrio é um talento igualitário. Sartre nos mostra o fato da liberdade, cabe ao ser humano ponderá-la; o viver não é uma utopia, tampouco um real malsão.
Esperança é um sentimento antitético: sonhar eternamente sem esquecer da realidade. Enquanto os momentos felizes remancheiam, o tempo avança sobre nós com a contingência desta coerção contínua.
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