Sob a escuridão do céu
Construo-me em palavras
Um eu-liríco sem vida, sem alma.
Sou estrela, sou farsa.
Brilho para olhares longínquos;
Na verdade, não brilho nada.
Sou rosa efêmera, sou pálida.
O desespero cai junto às pétalas
Vermelhas, tristes e cálidas.
Meu suplício mascarado
Sai no carnaval de Veneza
É só alegria, é só festa.
Construo-me em palavras
Um eu-liríco sem vida, sem alma.
Sou estrela, sou farsa.
Brilho para olhares longínquos;
Na verdade, não brilho nada.
Sou rosa efêmera, sou pálida.
O desespero cai junto às pétalas
Vermelhas, tristes e cálidas.
Meu suplício mascarado
Sai no carnaval de Veneza
É só alegria, é só festa.
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