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Insignificancia



Tus ojos aun son capazes de mirarme?
Los lindos besos que me diste aquella noche
Huyeron por un camino desconocido

Manos tiernas pasaron por mi cuerpo
Flores dulces nacen de tu cariño
Donde está el color de este jardín?

Amores perdidos, escondidos
Mostran miedo en volver a reaccionar
Lagrimas forman rios...
Sin un curso a percorrer

No dejés las memorias presas
Pues un nuevo presente ellas quieren hacer
Abrí tu ventada una vez más
Para que la felicidad traiga una sonrisa a tu face

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Natureza Selvagem

Teus dedos nus Protegem-me desses sonhos crus No meio dessa grande fauna homogênea Teus lábios cálidos Aquecem-me... Solitários Em noites frias de céu azul Teus braços brutos Agarram-me como num dilúvio Em lençóis brancos, suados, molhados... E todo esse amor carente Se esconde em sorrisos tímidos E floresce em jardins ardentes A tempestade arrebol que incendeia a floresta Atinge toda a fauna Enfurece todas as feras Mas não há nada nessa natureza atroz Que consiga destruir o elo entre nós E, de escarlate, manchar nosso peito As feras se encantam pela carne em nós Todavia morrem todas sós Envenenadas pela inveja dos sentimentos

Paisagem preferida

Teu tom dourado brilha meu olhar Me deixa tão sem jeito Rouba todo o meu ar O sol nasce com teu sorriso Manda embora todo o escuro omisso Tira meu coração do lugar Teu abraço levanta meus ancejos Todos os meus gritos ficam mudos Quando encontram com teu beijo Tu és o guardião dos meus planos Do mais bobo ao mais insano Paisagem preferida dos meus olhos castanhos

Uma solitária paulistana.

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