Quando penso se há felicidade, perco-me num questionamento
As tristezas mostram a realidade que tortura, mata
Quando penso se há amor, lacrimejo solitária
Nossas bocas não estão unidas; o que importa é a genitália
Agarro firmemente os óculos na cabeceira
Na inutil tentativa de fitar o ósculo adocicado
As maos que viajam pelo meu corpo
Já viajaram o mundo; desgosto
Esse sorriso em meu rosto
É vazio, sem gosto
Quando penso se há felicidade, enlouqueço
Para evitar a fuga romantica, minhas palavras aqui despejo
As tristezas mostram a realidade que tortura, mata
Quando penso se há amor, lacrimejo solitária
Nossas bocas não estão unidas; o que importa é a genitália
Agarro firmemente os óculos na cabeceira
Na inutil tentativa de fitar o ósculo adocicado
As maos que viajam pelo meu corpo
Já viajaram o mundo; desgosto
Esse sorriso em meu rosto
É vazio, sem gosto
Quando penso se há felicidade, enlouqueço
Para evitar a fuga romantica, minhas palavras aqui despejo
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