Medo que me corrói gentilmente
Faz-me passar noites em claro
Pensando no dia que partirei
As coisas cálidas que conheci, me apaixonei
Das dificuldades que vivi, me olvidei
As intensidades que senti, viciei
As incertezas de momentos felizes
Deixam-me tão insegura quanto um motorista mal-humorado
Aquelas mãos, o que querem de mim?
Atos certos ou errados torturam meus pensamentos
Será que escolhi um bem maior?
Ou apenas me feri fantasiando-me de senso comum
Creio que meus sentimentos são passados diferentes
Nos abraços que me entreguei, acalmei um coração carente
Os amigos que segredos confessei, confio insanamente
Desconheço o futuro que me espera
Não sei se viverei as sensações aprazivéis
De uma tarde quente de primavera
Levaria tudo comigo; amor idiota
E eu poeta, finjo novamente
A dor que deveras sente.
Faz-me passar noites em claro
Pensando no dia que partirei
As coisas cálidas que conheci, me apaixonei
Das dificuldades que vivi, me olvidei
As intensidades que senti, viciei
As incertezas de momentos felizes
Deixam-me tão insegura quanto um motorista mal-humorado
Aquelas mãos, o que querem de mim?
Atos certos ou errados torturam meus pensamentos
Será que escolhi um bem maior?
Ou apenas me feri fantasiando-me de senso comum
Creio que meus sentimentos são passados diferentes
Nos abraços que me entreguei, acalmei um coração carente
Os amigos que segredos confessei, confio insanamente
Desconheço o futuro que me espera
Não sei se viverei as sensações aprazivéis
De uma tarde quente de primavera
Levaria tudo comigo; amor idiota
E eu poeta, finjo novamente
A dor que deveras sente.
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