Quero deitar sobre o vento e fugir da ventania
Os doces que cativavam meus momentos
Foram destroçados por formigas
Já pensou em acalmar meus pensamentos?
Aconchegar o meu carinho em seu peito?
Estava ocupado demais pecando
As maçãs despencam todas e avermelham o chão
E as batatas? E as batatas.
A palmeira perdeu-se em folhas, perdeu as folhas
Nudez que assusta o Sabiá
Coração carente, ardente que não para de disparar
O maluco desejo gerou medo
E, paulatinamente, deixo de desejar
Precípuas sejam as palavras do tormento
Um cerebro desatento que não para de pensar
Problemático e sucinto despejo para se desesperar
Não afaste de mim esse cálice
Para que possa olvidar
As desimportâncias da vida
As formigas seguem a trabalhar
O zangão da abelha morre após procriar
Porque ela é rainha
A sociedade segue a trabalhar
O homem da mulher procria a cada esquina
Porque é amocional.
Os doces que cativavam meus momentos
Foram destroçados por formigas
Já pensou em acalmar meus pensamentos?
Aconchegar o meu carinho em seu peito?
Estava ocupado demais pecando
As maçãs despencam todas e avermelham o chão
E as batatas? E as batatas.
A palmeira perdeu-se em folhas, perdeu as folhas
Nudez que assusta o Sabiá
Coração carente, ardente que não para de disparar
O maluco desejo gerou medo
E, paulatinamente, deixo de desejar
Precípuas sejam as palavras do tormento
Um cerebro desatento que não para de pensar
Problemático e sucinto despejo para se desesperar
Não afaste de mim esse cálice
Para que possa olvidar
As desimportâncias da vida
As formigas seguem a trabalhar
O zangão da abelha morre após procriar
Porque ela é rainha
A sociedade segue a trabalhar
O homem da mulher procria a cada esquina
Porque é amocional.
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